quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Medição do tempo STC Tecnologia Tipo: II


Pêndulo

Em 1875, os relógios antigos, também conhecidos como pêndulos ou relógios do chão.
O pêndulo de um relógio é preso a uma haste, e à medida que o pêndulo balança a haste move uma engrenagem. A acção entre a haste e a engrenagem produz o tique-taque do relógio. Porem, um pêndulo perde energia lentamente por fricção. E perderia muita mais se tivéssemos que usar as mãos para fazê-lo funcionar.
A engrenagem da haste baixa um peso que faz energia para mover as outras engrenagens e mover os braços dos relógios.O segundo peso serve para dar corda no relógio de forma que possa funcionar durante vários dias antes que seja preciso rebobina-lo. Finalmente, a haste acciona o pêndulo lentamente para superar a fricção e mantém o relógio se movendo a uma velocidade constante.


Relógio de água


Os relógios de água estão entre ao mais antigos métodos de medição do tempo que não dependiam de observação dos corpos celestiais. Um dos mais velhos foi descobertos na Tumba de Amenhotep I, enterrado em redor do 1500a.c. depois denominado de clepsidras ( o ladrão de aguas) pelas gregos que começaram a usa-los aproximadamente em 325 a.C., pedras que se inclinavam lateralmente que permitia à agua gotejar a uma taxa quase constante para um buraco pequeno perto do fundo, outras clepsidras eram cilíndricas ou recipientes tigelas-almolfadadas e projectadas para encher lentamente com a água que entrava a uma taxa constante. Marcas no lado de dentro das superfícies mediam a passagem das horas de acordo com o nível da água.
Estes relógios foram usados para determinar horas nocturnas, mas pode ter sido muito bem usados na luz do dia. Outra versão consistiu em tigelas de metal com um buraco no fundo; quando colocado em um recipiente de água a tigela se enchia por um período de tempo.
Este ainda estava em seu na África do Norte este século.

Reforma antecipadas STC Ciência Tipo:III

Quem se quiser reformar antes da idade legal vai ser penalizado em 0,5 por cento por cada mês que antecipar a aposentação. Trata-se de um agravamento face aos valores actuais, mas a forma de calcular a penalização é mais favorável para muitos trabalhadores do que as que o Governo tinha até aqui apresentado aos sindicatos e confederações patronais nas negociações sobre a reforma da Segurança Social que hoje chegam ao fim em sede de concertação social.O agravamento fica assim em 6 por cento ao ano para todos os trabalhadores - um cenário que só estava previsto para quem pedisse a reforma com mais de 60 anos, já que para os trabalhadores com idade inferior estava em cima da mesa uma penalização de 6,5 por cento. O desaparecimento da "barreira etária" e o cálculo por meses poderá se menos penalizador para uma parte dos aposentados.Os 6 por cento agravam a actual penalização de 4,5 por cento por ano de antecipação, ainda que representem um recuo face ao que o Governo começou por propor: 7,5 por cento de penalização para quem pedisse a reforma antes dos 60 anos, 7 para quem o fizesse depois. A penalização das reformas antecipadas é um dos aspectos do acordo de reforma que hoje o Governo e os parceiros sociais - com excepção da CGTP. A forma de cálculo das pensões passa a ter em conta a esperança média de vida, o que faz que seja necessário ao trabalhador continuar no activo mais tempo, ou descontar mais, para ter pensão equivalente à esperada

Downsizing STC ciência tipo III

Downsizing é uma das técnicas da Administração contemporânea, que tem por objectivo a eliminação da burocracia corporativa desnecessária, pois ela é focada no centro da pirâmide hierárquica, isto é, na área de recursos humanos (RH). Trata-se de um projecto de racionalização planejado em todas as suas etapas, que deve estar consistente com a Panejamento estratégico do negócio e cuja meta global é construir uma organização o mais eficiente e capaz possível, privilegiando práticas que mantenham a organização mais enxuta possível. A curto prazo envolve demissões, achatamento da estrutura organizacional, reestruturação, redução de custos, e racionalização. A longo prazo revitaliza a empresa com a expansão do seu mercado, desenvolve melhores produtos e serviços, melhora a moral dos funcionários, moderniza a empresa e principalmente, a mantêm enxuta, de forma que a burocracia não venha a se instalar novamente, uma vez amenizadas as pressões. O downsizing requer um projecto de racionalização planejado e de acordo com a visão estratégica dos negócios, as metas globais da organização e a partir da definição clara de seus objectivos. O termo downsizing também é usado para definir uma situação onde sistemas originalmente hospedados em um computador de grande porte (mainframe) são adaptados para computadores de menor porte (mini/microcomputadores) e esse processo se dá em função da redução do porte da empresa ou do aumento da capacidade computacional dos computadores de menor custo.

Diferenças salariais entre trabalhadores independentes e trabalhadores por contra de outrem STC Tecnologia Tipo II

Trabalhador independente
Um trabalhador independente é um trabalhador freelancer, que trabalha por conta própria, à tarefa, sem cumprir ordens de um chefe, obrigatoriedade de horários, usando o seu próprio material e entregando ao seu cliente o trabalho contratado, no prazo estipulado e recebendo por isso o que foi acordado.
Por não ter obrigatoriedade de horários, nem que cumprir ordens directas de um chefe, não significa que não vire noites a trabalhar, nem que não tenha que seguir metodologias de trabalho, pois normalmente os prazos para as entregas do trabalho são apertados e um trabalhador freelancer “mata-se” a trabalhar para manter satisfeito o seu cliente.
No entanto, quantos trabalhadores independentes são realmente independentes? Muitos são funcionários duma empresa, que apenas não os assume como tal (os chamados “falsos recibos-verdes”). Apesar de na realidade serem apenas funcionários, cumprindo ordens, horários, usarem as instalações e materiais da empresa, são uma espécie de filhos de um"Deus menor", e enquanto os trabalhadores “oficiais” têm quem lhes processe o salário, quem lhes faça um recibo de salário, e ainda lhes pague a Segurança Social, faça a retenção do IRS, os “falsos recibos-verdes” têm que ser eles mesmos a emitir o recibo-verde, a pagar a sua Segurança Social, o seu IRS e quantas vezes o IVA. Pois é, mesmo sendo na realidade funcionários e não tendo nada de independentes, perante os serviços de Finanças e a Segurança Social, têm que cumprir com todos os seus deveres de trabalhadores independentes.
Muito haveria para abordar neste tema, mas para já, a minha tentativa é apenas facilitar pelo menos o preenchimento do seu Recibo-Verde, com algumas observações que penso que talvez ajudem a gerir o seu rendimento.



Trabalhadores por contra de outrem


O pagamento que a empresa faz à segurança social e o custo que tem com a segurança social são duas coisas totalmente distintas.

O custo que a empresa, por exemplo, tem com um trabalhador é de 23,75%, no entanto, o próprio trabalhador tem um custo de 11% que lhe é deduzido do seu salário.

A empresa retém esses 11% ao trabalhador (à semelhança do que faz com o IRS), e depois paga à segurança social os 34,75% (os 23,75% da empresa + os 11% do trabalhador).

Agora numa linguagem mais leiga:

Como seria muito difícil para a segurança social ter que receber as declarações e o pagamento individualmente de cada trabalhador por conta de outrem (os 11%), responsabilizou as empresas para na altura de pagarem o salário, retirarem logo esses 11% de cada um dos seus trabalhadores, ou seja, o trabalhador recebe imediatamente menos (mas é do seu salário como trabalhador que esse valor sai), e a empresa fica responsável por entregar à Segurança Social esses 11% que deduziu a todos os seus trabalhadores + os seus 23,75%.
Exactamente o mesmo se passa com as finanças e o IRS do trabalhador, a empresa fica com o valor do IRS, e depois, faz a entrega ao Estado. Mas neste caso a empresa não tem custo nenhum com o IRS, tudo o que entrega foi o que reteve dos seus trabalhadores

Organograma STC Sociedade Tipo:I



Organograma é a representação gráfica da estrutura de uma organização. Não apenas de uma empresa. Existem algumas formas de representação de organograma, mas a mais elementar é aquela em que o superior fica no topo e os subordinados vão ramificando abaixo. Se parece, por exemplo, com a árvore genealógica da sua família.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Como criar uma empresa CLC

A maioria das pessoas gostava de não ter chefes nem patrões e principalmente trabalhar às horas que quer, a partir de casa e da forma que achar mais conveniente para cumprir o trabalho, sem ser obrigado a cumprir 8h por dia só porque alguém, há muitos anos atrás, achou que era o número de horas que se devia trabalhar, independentemente de ser muito em algumas ocasiões e ser pouco noutras. Para isso tudo, é necessário saber como criar uma empresa.
No entanto, não pense que é tarefa fácil e que depois de criar uma empresa só vai trabalhar 5h por semana, o mais certo é trabalhar 80…
Trabalhar por conta própria requer muito trabalho, dedicação e força de vontade. Se não tem a certeza se é mesmo isso que quer, o melhor é começar devagar e ir testando se é ou não talhado para trabalhar por conta própria.

Como criar uma empresa: Análise de mercado

Quando se começa uma empresa é preciso ter em atenção vários factores, tais como o tipo de negócio, os concorrentes e a rentabilidade da empresa. Para isso precisa de fazer uma pesquisa de mercado, para descobrir se existe mercado para o produto ou serviços que pretende comercializar.
Nesta fase tem de responder a questões como:
1 - Existe mercado para o meu produto?
2 - Existe muita concorrência neste mercado ou sou dos primeiros a comercializá-lo?
3 - Quem são os meus concorrentes e o que posso fazer melhor do que eles?
4 - Quanto poderei cobrar pelos meus produtos?
5 - Como vou promover os meus produtos?
Quanto mais questões conseguir colocar sobre as dificuldades que vai encontrar, melhor, porque poderá depois responder e ver se pode criar uma empresa que tenha sucesso.


Como criar uma empresa: Plano de negócios

Após terminar a fase de análise do mercado onde pensa colocar-se, deverá desenvolver um plano de negócios, que mais não é do que um documento que assinala todos os passos que deverá dar até criar uma empresa, desta forma ajudando-o a manter-se focado em direcção aos seus objectivos.
Existem planos de negócio muito simples e existem planos de negócio extremamente elaborados. Tudo depende do tipo de negócio que pretende começar e também dos apoios que vai necessitar. Por exemplo, se quiser ter o financiamento de um banco ou de investidores, irá ter de apresentar um plano de negócios bastante detalhado para os convencer de que a sua empresa vai ser rentável. Nestes casos terá de incluir análises de mercado, plano de gestão e planos financeiros.

Como criar uma empresa: Registar a empresa:

Após os planos desenvolvidos, é hora de começar a mexer-se. Comece por criar a empresa legalmente e perceber como funciona a legislação no seu país. Depois é tempo de tratar de detalhes, como criar um número de telefone profissional, abrir uma conta bancária e criar cartões-de-visita, entre muitas outras coisas que se vai lembrando à medida que forem apresentando.
A partir daqui é lançar-se à estrada e começar a trabalhar arduamente para conseguir atingir o sonho de criar uma empresa.
Criar uma empresa não é tarefa fácil. Irá trabalhar mais horas do que trabalha para os outros, irá ter mais preocupações do que trabalhando para os outros, poderá até ganhar menos do que ganha actualmente trabalhando para os outros, mas poder comandar a sua vida, não depender da vontade e humores do chefe e poder realizar os objectivos que traçou, vão certamente fazer com que valha a pena passar por todas as dificuldades para criar uma empresa.

Economia CLC

Fuga das multinacionais tirou €400 milhões às exportações.

O sector em números

1,29 mil milhões de euros é o valor das exportações da indústria portuguesa de calçado em 2008, contra €1,28 mil milhões em 1994. Medido em pares, este crescimento ligeiro reflecte um novo modelo de produção, com o mais valor acrescentado. O sector passou dos 89.400 pares de sapatos para 64.659.
36 mil é o numero de postos de trabalho do sector em 2008, contra 59 mil em 1994. No mesmo período, a indústria portuguesa de calçado passou das 1635 para as 1381 empresas.
A multinacional alemã Rohde chegou a empregar três mil pessoas em Portugal que contribuiu com 150 milhões para as exportações da indústria portuguesa de calçado, mas está agora, em processos de insolvência. A inglesa Clarks fechou três fábricas em três anos, tal como, a alemã Gabor que encerrou a unidade de Trofa e a dinamarquesa Eco preferiu deixar de produzir sapatos, onde já garantiu 1450 postos de trabalho.
Nas contas da associação, as exportações das empresas de capital português cresceram 22% desde 2000, para totalizaram €1,1 mil milhões em 2008. No mesmo período, as exportações das empresas de capital estrangeiro caíram 72,56%, ficando nos €160 milhões. Assim, o peso relativo das multinacionais na produção recuou para 11%, enquanto a quota dos sapatos nacionais subiu para 89%.
Ao mesmo tempo, e apesar do desinvestimento directo estrangeiro, o peso das exportações na produção nacional passou dos 87,2% para os 95,5%.
É um desempenho que as empresas portuguesas de calçado estão a concretizar com um número médio de 30 trabalhadores, triplo das congéneres italianas, mas muito abaixo dos 1100 que as multinacionais empregavam em Portugal.
in Expresso, o5 de DEzembro de 2009