quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Pluralismo político e participação dos cidadãos numa democracia CP DR3

Pluralismo político.

Pluralismo é, num sentido amplo, o reconhecimento da diversidade. O conceito é usado, frequentemente de modos diversos, numa ampla gama de questões. Em política, é o reconhecimento de que vários partidos possuem igual direito ao exercício do poder político segundo procedimentos eleitorais claramente definidos. Desta forma, o pluralismo político é uma das mais importantes características da democracia moderna.
Em política, pluralismo também pode significar "voto de qualidade", ou seja, indicar um sistema eleitoral onde um eleitor equivale a vários votos, dependendo dos títulos que possua (dono de terras, diploma universitário etc.). O "voto de qualidade" originou-se na Inglaterra, onde, em certos ambientes, vigorou até fins da década de 1940: regressos da Oxford University e da Universidade de Cambridge elegiam representantes para o Parlamento.




O CIDADÃO E A DEMOCRACIA

Como aproximar o cidadão do governo da cidade?

Quando verificamos que, dia a dia, o cidadão se alheia da política (da vida) da sua comunidade, para não falar da política do seu país, mais longe ficam as hipóteses de participação do cidadão naquilo que, na prática do dia a dia, o afecta, que condiciona toda a sua vida e, obviamente, o seu futuro.A classe política, dividida entre vários partidos, dos quais só dois têm realmente acesso ao poder, afasta-se, fecha-se num “condomínio político”, inacessível a estranhos, vigiado 24 horas por dia. Isolam-se e protegem o “poder”, partilhado entre os partidos (uns mais do que outros), que se renovam com extrema cautela.O contacto com o cidadão faz-se, cada vez mais, através de meios de comunicação sofisticados, com assessoria de agências especializadas.O cidadão ouve, vê, aquilo que lhe é fornecido e nada faz, ou não pode fazer.E, periodicamente, vota. E vota mais para castigar os gestores das coisas públicas do que para escolher novos gestores com novas soluções.
É assim uma espécie de “cada vez mais do mesmo”. Só mudam os intérpretes, a música é a mesma.Apesar de tudo, o país tem conhecido algum desenvolvimento económico e social, muita coisa mudou para melhor. E outra coisa não seria de esperar, mas o nosso ritmo de progresso não é satisfatório.
E numa luta para estarmos entre os melhores parece ser uma luta perdida. O cidadão já sabe ler, compreende mais do que se julga e não se contenta com migalhas, quando podia e devia ter o “pão” inteiro.
O poder da comunicação é um pau de dois bicos. Serve para “informar/anestesiar o cidadão, mas vai também permitindo a este ver o que se passa noutros países, nomeadamente da EU, o que implica comparações. Comparações que não nos alegram, bem pelo contrário.
Como sair deste “beco”? Como transformar a nossa democracia, como levar o cidadão a participar, a envolver-se na vida da “cidade”?
Como juntar os “eles” com os “nós”?
A matéria é complexa e a minha habilidade muito fraca, mas também tenho algumas ideias. Ou melhor alguns sonhos.
Mas o que vejo, como a maioria dos cidadãos já percebeu, é o seguinte:
A centralização do poder decisório, a concentração político/partidária no aparelho de estado, crescem governo a governo.
O excesso de regulamentações, a imensa e incontrolável legislação existente, afoga-nos. Mas nada melhor para afastar as “moscas” (os cidadãos demasiado curiosos).
A complexidade, diria mesmo o hermetismo propositado das leis que nos regem, que assusta e repele o cidadão, só é acessível aos que estão por dentro (do poder) e, mesmo estes, têm que contratar montes de assessores para os ajudarem.
Gradualmente separam-se os portugueses em duas classes. A classe política (que governa) e a classe obreira (que faz a obra possível e vota).
Quando se lê que num estudo, entre muitos outros já feitos, a classe política é a menos digna de confiança do cidadão, algo vai muito, mas mesmo muito mal.
Como é que se explica esta separação, este sentimento de desconfiança?
Como é que se deverá entender este sentimento de animosidade, quase aversão, da parte do cidadão? Do cidadão que deveria estar grato pelos esforços, sacrifícios, sofridos pelos políticos/governantes dum país tão complicado, tão cheio de problemas (sempre deixados pelos governantes anteriores)? E, mais espantoso ainda, é que os nossos políticos e governantes parecem também atribuir as culpas ao cidadão, que não participa, que não os compreendem.
Entra-se assim numa espécie de buraco negro da política, que suga toda a energia (negativa) que impede a boa governação da “cidade”. Para suster esta tendência de antropocentrismo dos nossos governantes haverá que seguir um caminho (entre outros), complicado, difícil, mas incontornável.Descentralizar o poder, ceder parte do poder decisório, transferir responsabilidades. Simplificar a legislação, a regulamentação, reduzindo-a a normas directoras, de orientação, de base. Reduzindo, gradualmente, o Estado central, transferindo o poder executivo para mais próximo do cidadão.
O cidadão pode participar, seguramente participará, se acreditar que a sua contribuição pode ter algum valor para a comunidade.Transferir poderes para as autarquias (que também teriam que ser redesenhadas) em todas as áreas de interesse comum e local, educação, saúde, segurança, agricultura, indústria, serviços, etc.Vejo o Estado Central como um regulador, um fiscalizador, um investigador, um promotor das grandes linhas orientadoras para o desenvolvimento sustentado do país.
Não precisamos de muitos Ministérios, com muitos ministros, secretários, assessores, directores e funcionários, não precisamos de uma grande Assembleia da República, não precisamos de uma porção de organismos centralizadores e paralisantes, não precisamos de uma porção de canais de apreciação, controlo, para chegar tarde e muitas vezes mal a uma decisão que poderia ser da competência de uma entidade local.
Claro que não vejo, nem sei, como redesenhar a divisão do País em Regiões, autarquias, etc.
Mas também vejo que em dois casos reais, Madeira e Açores, em que a autonomia terá conseguido um ritmo e qualidade de desenvolvimento que não teria sido possível se aquelas regiões estivessem apenas divididas em Concelhos e Freguesias como no Continente.
E, acredito também, que o desenvolvimento das duas Regiões insulares poderia ter sido ainda melhor. E se não o é. isso dever-se-á aos governantes locais ou aos governantes centrais?
Talvez a ambos. Descentralizar, simplificar e racionalizar. É o caminho que consigo entender e desejar.Caminho difícil e de longo, mas aquele que em que estamos não nos leva longe, ou tão longe quanto possível.E acabo com mais uma nota, a descentralização (autonomia) também deve prever uma análise profunda da nossa organização partidária.
O país dividido em Regiões com larga autonomia, com uma nova organização regional e local não pode existir sem uma mudança radical dos nossos partidos, pois só estes é que podem mudar o tipo de Estado que temos

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Importancia do tempo nos Meios de comunicação CLC

O mundo assiste hoje à integraçao e à implementação de novos meios que permitem uma maior rapidez e eficácia na troca de imformação. O homem não tem tempo para esperar.
Chat

Um “chat” é um espaço que permite “uma discussão textual” (por escrito) em tempo real entre vários usuários da internet. Reserva-se geralmente o termo “chat” para os sistemas de comunicação disponíveis num síte web, por oposição ao termo serviço de “mensagens instantâneas”, representando os sistemas de conversação dedicados que funcionam via Internet, independentemente da web.
Contrariamente a um fórum de discussão, as conversas num chat têm lugar em tempo real e não são capitalizadas, o que significa que beneficiam apenas das pessoas presentes (certos chats permitem contudo registar as conversas). O objectivo prosseguido de um chat não é o mesmo que o de um fórum de discussão: um chat favorece a comunicação em tempo real entre um pequeno grupo de indivíduos e aproxima-se mais de uma comunicação privada, enquanto um fórum de discussão permite a um grande número de indivíduos trocar e consultar a conversa sem necessariamente estar presente no mesmo momento.




Videoconferência





Videoconferência é uma discussão que permite o contacto visual e sonoro entre pessoas que estão em lugares diferentes, dando a sensação de que os interlocutores encontram-se no mesmo local. Permite não só a comunicação entre um grupo, mas também a comunicação pessoa - a - pessoa.
Essa comunicação é feita em tempo real e existem vários sistemas interpessoais de videoconferência que possibilitam isso. Além da transmissão simultânea de áudio e vídeo, esses sistemas oferecem ainda recursos de cooperação entre os usuários, compartilhando informações e materiais de trabalho. Em geral os equipamentos de videoconferência disponíveis no mercado possuem capacidade de estabelecer uma comunicação ponto a ponto, e para que vários pontos se conectem simultaneamente é preciso utilizar um equipamento denominado MCU . O funcionamento da MCU assim como de outros componentes necessários a videoconferência são especificados pelo padrão H.323 e SIP. Também é possível estabelecer uma conexão entre vários pontos utilizando a tecnologia de conexão Multicast. O Multicast é pouco utilizado por ser uma tecnologia de rede que não esta presente na Internet apenas em redes privadas e fechadas.
Um ambiente comum de videoconferência é composto de uma sala dotada de uma câmara especial e alguma facilidade tecnológica para a apresentação de documentos. Actualmente, com o avanço dos processadores (cada vez mais rápidos) e a compressão de dados, surgiu um novo tipo de videoconferência, a conferência desktop. Nela não é necessárias salas especiais e muito menos equipamentos ultra modernos: a interacção é feita por uma webcam e um microfone simples. A compressão/descompressão e todo o resto são efectuados por software que deve estar instalado em uma máquina padrão






Emails

E-Mail ou Correio Electrónico é um serviço disponível na Internet que tem a função de controlar o envio e o recebimento de mensagens. Para usar esse correio é necessário ter um endereço de e-mail, algo como: seunome@seuprovedor.com.pt. Todas as mensagens enviadas para si ficam armazenadas em uma conta no servidor de e-mail do seu provedor até que aceda a Internet e as vejas, recebendo-as no seu computador, salvando-as ou apagando-as.
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Estes meios de comunicação não eram possível a uns anos atrás, as correspondências eram todas feitas por cartas, o que era mais complicado na minha opinião, estes meios vieram ajudar de uma certa forma o mundo, através da videoconferência dos chats do correio electrónico do telemóvel passamos a comunicar em tempo real, como por exemplo: podemos estar na internet a falar com um familiar e ao mesmo tempo estar a velo ou saber de uma notícia do outro lado do mundo em poucos segundos. Enquanto isto não se passava alguns anos atrás.



Natália Correia CP

Natália de Oliveira Correia nasceu na Fajã de Baixo, ilha de São Miguel, Açores, em 13/09/1923 e morreu em Lisboa em 16/03/1993.
Fez os estudos secundários em Lisboa. Sem estudos universitários foi, em 1979, deputada à Assembleia da República. Colaborou em diversos jornais e revistas. Não se prendendo fortemente a nenhuma corrente literária, esteve inicialmente ligada ao surrealismo e, segundo a própria, a sua mais importante filiação estabeleceu-se em relação ao romantismo. A obra de Natália Correia estende-se por géneros variados, desde a poesia ao romance, teatro e ensaio.
Figura proeminente da cultura portuguesa da segunda metade do século XX, notabilizou-se como poetisa e como política, tendo sido eleita deputada pelo Partido Socialista.
Foi fundadora da Frente Nacional para a Defesa da Cultura, interveio politicamente ao nível da cultura e do património, na defesa dos direitos humanos e dos direitos da mulher. Apelou sempre à literatura como forma de intervenção na sociedade, tendo tido um papel activo na oposição ao Estado Novo.
Foi uma figura importante das tertúlias que reuniam nomes centrais da cultura e da literatura portuguesas dos anos 50 e 60. Ficou conhecida pela sua personalidade vigorosa e polémica, que se reflecte na sua escrita.
Glorifiquei-te no eterno.
Eterno dentro de mim
fora de mim perecível.
Para que desses um sentido
a uma sede indefinível.
Para que desses um nom
à exactidão do instante
do fruto que cai na terra
sempre perpendicular
à humidade onde fica.
E o que acontece durante
na rapidez da descida
é a explicação da vida.
O Livro dos Amantes

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Duração da jornada de trabalho diário STC Sociadade Tipo: I

Todos os anos, no dia 1 de Maio, comemora-se, em todo o mundo, o Dia do Trabalhador.
As origens do Dia do Trabalhador não são muito recentes. A história deste dia começa no séc. XIX.
Nessa época, abusava-se muito dos trabalhadores, porque chegavam a trabalhar entre 12 e 18 horas por dia, o que era muito cansativo e até prejudicial à saúde!
Já há algum tempo que os reformadores sociais (aqueles que propunham reformas, ou seja, mudanças na sociedade) defendiam que o ideal era dividir o dia em três períodos: 8 horas para trabalhar, 8 horas para dormir e 8 horas para o resto, o que incluía a diversão.
Foi com o objectivo de lutar pelas 8 horas de trabalho diárias que, no dia 1 de Maio de 1886, milhares de trabalhadores de Chicago (EUA) se juntaram nas ruas para protestar contra as suas más condições de trabalho.
A manifestação devia ter sido pacífica, mas as forças policiais tentaram pará-la, o que resultou em feridos e mortos.
Este acontecimento ficou conhecido como "os Mártires de Chicago", por causa das pessoas que foram feridas e mortas só por estarem a lutar pelos seus direitos.
Quatro dias depois, houve uma nova manifestação pela redução do horário de trabalho e melhores condições.
Mais uma vez, a polícia virou-se contra os manifestantes e acabou por prender 8 pessoas, 5 das quais foram condenadas à forca!
Como o povo estava cada vez mais revoltado, estas condenações só serviram para "deitar mais achas na fogueira" e despertar a atenção de todo o mundo.
Em 1888, dois anos depois destes acontecimentos, os presos foram libertados por um júri que reconheceu que os trabalhadores estavam inocentes.
Em 1889, o Congresso Internacional em Paris decidiu que o dia 1 de Maio passaria a ser o Dia do Trabalhador, em homenagem aos "mártires de Chicago".
Só em 1890, os trabalhadores americanos conseguiram alcançar a sua meta das 8 horas de trabalho diárias!
Em Portugal, devido ao facto de ter havido uma ditadura durante muito tempo, só a partir de Maio de 1974 (o ano da revolução do 25 de Abril) é que se passou a comemorar publicamente o Primeiro de Maio.

Sabia que só a partir de Maio de 1996 é que os trabalhadores portugueses passaram a trabalhar 8 horas por dia?

Evolução técnica STC Ciência Tipo:III



Por inovação tecnológica entende-se a criação de algo de novo, um produto, um processo ou uma técnica de produção que se procura aplicar no processo produtivo para alcançar uma maior produtividade.As inovações tecnológicas, originam enormes benefícios para as sociedades: maior produtividade, maior variedade de produtos, melhoria dos níveis de bem estar e aumentar geral de prosperidade.A inovação tecnológica, ao possibilitar acréscimos de produção, menores custos de produção e maior produtividade, constitui um dos factores mais importantes de competitividade. O conjunto das inovações tecnológicas conseguidas nas economias nas economias constitui o chamado «progresso técnico», motor do crescimento e desenvolvimento económicos.



1.Primeira vaga

  • -Máquina a vapor
  • -Tear mecânico
  • 2.Segunda vaga
  • -Metalurgia do ferro e do ferro fundido
  • -Caminhos de ferro

3.Terceira vaga

  • -Aço
  • -Mecânica
  • -Motor de combustão interna
  • -Electricidade
  • Química mineral
4.Quarta vaga
  • -Electrodomésticos
  • -Aeronáutica
  • -Petróleo
5.quinta vaga
  • -Telecomunicações´
  • -Materiais ligeiros
  • -Biotecnologias


A inovação é fundamental para a criação de uma sociedade humana sustentável. Enquanto sociedade, não seremos capazes de ser bem sucedidos na criação de um mundo sustentável, se nos preocuparmos unicamente em ser mais eficientes naquilo que já fazemos.No entanto, as tecnologias inovadoras são descobertas, desenvolvidas e comercializadas num ambiente que consiste em mercados, cadeias de fornecimento e redes de distribuição, a par de uma série de tendências perturbadoras social e ambientalmente: ecossistemas e sistemas de apoio social ameaçados, um afastamento cada vez maior entre ricos e pobres, falta de acesso às verdadeiras fontes de conhecimento, mesmo estando inseridos num mundo pleno de informação e de grandes preocupações com os efeitos da globalização.
Fonte:trabalho realizado por mim para a área de cp sobre processos de inovação.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Medição do tempo STC Tecnologia Tipo: II


Pêndulo

Em 1875, os relógios antigos, também conhecidos como pêndulos ou relógios do chão.
O pêndulo de um relógio é preso a uma haste, e à medida que o pêndulo balança a haste move uma engrenagem. A acção entre a haste e a engrenagem produz o tique-taque do relógio. Porem, um pêndulo perde energia lentamente por fricção. E perderia muita mais se tivéssemos que usar as mãos para fazê-lo funcionar.
A engrenagem da haste baixa um peso que faz energia para mover as outras engrenagens e mover os braços dos relógios.O segundo peso serve para dar corda no relógio de forma que possa funcionar durante vários dias antes que seja preciso rebobina-lo. Finalmente, a haste acciona o pêndulo lentamente para superar a fricção e mantém o relógio se movendo a uma velocidade constante.


Relógio de água


Os relógios de água estão entre ao mais antigos métodos de medição do tempo que não dependiam de observação dos corpos celestiais. Um dos mais velhos foi descobertos na Tumba de Amenhotep I, enterrado em redor do 1500a.c. depois denominado de clepsidras ( o ladrão de aguas) pelas gregos que começaram a usa-los aproximadamente em 325 a.C., pedras que se inclinavam lateralmente que permitia à agua gotejar a uma taxa quase constante para um buraco pequeno perto do fundo, outras clepsidras eram cilíndricas ou recipientes tigelas-almolfadadas e projectadas para encher lentamente com a água que entrava a uma taxa constante. Marcas no lado de dentro das superfícies mediam a passagem das horas de acordo com o nível da água.
Estes relógios foram usados para determinar horas nocturnas, mas pode ter sido muito bem usados na luz do dia. Outra versão consistiu em tigelas de metal com um buraco no fundo; quando colocado em um recipiente de água a tigela se enchia por um período de tempo.
Este ainda estava em seu na África do Norte este século.

Reforma antecipadas STC Ciência Tipo:III

Quem se quiser reformar antes da idade legal vai ser penalizado em 0,5 por cento por cada mês que antecipar a aposentação. Trata-se de um agravamento face aos valores actuais, mas a forma de calcular a penalização é mais favorável para muitos trabalhadores do que as que o Governo tinha até aqui apresentado aos sindicatos e confederações patronais nas negociações sobre a reforma da Segurança Social que hoje chegam ao fim em sede de concertação social.O agravamento fica assim em 6 por cento ao ano para todos os trabalhadores - um cenário que só estava previsto para quem pedisse a reforma com mais de 60 anos, já que para os trabalhadores com idade inferior estava em cima da mesa uma penalização de 6,5 por cento. O desaparecimento da "barreira etária" e o cálculo por meses poderá se menos penalizador para uma parte dos aposentados.Os 6 por cento agravam a actual penalização de 4,5 por cento por ano de antecipação, ainda que representem um recuo face ao que o Governo começou por propor: 7,5 por cento de penalização para quem pedisse a reforma antes dos 60 anos, 7 para quem o fizesse depois. A penalização das reformas antecipadas é um dos aspectos do acordo de reforma que hoje o Governo e os parceiros sociais - com excepção da CGTP. A forma de cálculo das pensões passa a ter em conta a esperança média de vida, o que faz que seja necessário ao trabalhador continuar no activo mais tempo, ou descontar mais, para ter pensão equivalente à esperada