sexta-feira, 27 de março de 2009

O nosso meio ambiente C.LC


Já deste conta que o nosso planeta está a ser fortemente destruído?
O que devemos fazer?
Na minha opinião deveríamos lutar para que o nosso ambiente seja mais limpo, pois cada dia que passa, vemos o nosso planeta a ser destruído devido aos maus tratos da poluição.
Teríamos de sensibilizar ainda mais a sociedade para não fazer tanto lixo, e fazer reciclagem, pois este é o primeiro passo para ajudar o nosso meio ambiente.
Já deste conta quantos rios, barragens e florestas estão cobertas de lixo?
Não somos só nós que sofremos as consequências, os animais também sofrem, pois caem nas “armadilhas” que o próprio lixo faz, e acabam por morrer.
Temos de mudar esta atitude, temos de ajudar o nosso ambiente, para que se torne mais limpo.
Por isso volto a afirmar, façam a reciclagem, não despejem lixo nas florestas, lutem para que o nosso planeta seja mais verde.

Tensão cultural C.P

Em várias sociedades existem várias culturas, como por exemplo, na china assassinam as crianças do sexo feminino, pois neste país querem o primeiro filho do sexo masculino para poder ser barão, e também porque cada casal só pode ter um filho, já no nosso país isso não se admite pois os valores da vida estão a cima de tudo.
Apesar disso para nós não ter sentido, para eles tem o maior valor cultural, como por exemplo na Arábia Saudita as mulheres que traem o marido, são mortas à pedrada e recentemente ate 1977 a legislação Portuguesa também permitia ao marido matar a sua mulher por adultério, hoje em dia não se verifica este “crime “ pois com o passar do tempo, felizmente foi mudada a legislação no nosso país, mas no caso da Arábia Saudita ainda não se verificou essa mudança.
Os factores universalizantes caracterizam-se pelos valores éticos, ou seja todos as pessoas, seja de que cultura for ou sociedade têm o direito à vida, mesmo que por vezes dêem mais importância aos valores culturais do que aos valores éticos, como por exemplo, há países que os homens para defender a sua honra matam outro homem, ele por exemplo não está a por o direito à vida acima de tudo (os valores éticos), todas as pessoas de todo o mundo têm o direito de liberdade de pensamento, à ciência e à tecnologia.
Os factores particularizantes estão mais ligados à cultura de cada país, como por exemplo na china comerem com os pauzinhos e os ovos podres, nós portugueses já comemos com faca e garfo, os oceaneses comem o peixe em decomposição, mesmo estando no século XXI ainda existem várias culturas ou tradições com este tipo de vida, mas como disse são tradições de cada país.
A tensão cultural é como por exemplo se passa na cultura da Índia.
A sua cultura não permite que os seus habitantes comam carne de vaca, porque para eles a vaca é um animal sagrado. Já por Portugal não ter essa cultura, não temos qualquer animal sagrado, só fazemos regime à carne quando estamos um mês antes da Páscoa.
Imaginemos que alguns habitantes da Índia vinham cá passar algumas dias de férias, de certeza que eles se iriam sentir “ofendidos”, por ver que nós não temos a mesma cultura que eles, ou mesmo se um de nós os convidasse para ir jantar a nossa casa ou restaurante e se nos servissem carne de vaca.
“Como agi em casos de dilema morais”, temos um caso que demos muito recentemente na aula o “dilema do Henrique”, se fosse eu agiria da mesma forma porque para mim o valor da vida está acima de tudo.
Mas por exemplo, dois indivíduos andarem à "guerra" por um terreno, e mesmo que para isso um deles tenha que morrer, só para o outro ter o terreno.
Neste caso não concordo e nem agiria da mesma forma, pois eles estão a por o valor da vida acima de que outro valor.
Os valores podem ser hierarquizados, cada pessoa faz a sua própria hierarquia, como por exemplo, uma pessoa que se mata para ela o valor da vida não é o que lhe mais importa, mas se calhar para as pessoas que estão à sua volta, o valor da vida é um bem valioso.
De uma forma ou de uotra, os valores éticos são universais, as normas e os deveres são para todos.

quarta-feira, 25 de março de 2009

CO2

O dióxido de carbono, ou anidrido carbónico, ou gás carbónico é um composto químico constituído por dois átomos de oxigénio e um átomo de carbono. A representação química é CO2.
Estruturalmente o dióxido de carbono é constituído por moléculas de geometria linear e de carácter apolar. Por isso as atracções intermoleculares são muito fracas, tornando-o, nas condições ambientais, um gás. Daí o seu nome comercial gás carbónico.
O dióxido de carbono é essencial à vida no planeta. Visto que é um dos compostos essenciais para a realização da fotossíntese - processo pelo qual os organismos fotossintetizantes transformam a energia solar em energia química. Esta energia química, por sua vez é distribuída para todos os seres vivos por meio da teia alimentar. Este processo é uma das fases do ciclo do carbono e é vital para a manutenção dos seres vivos.
O carbono é um elemento básico na composição dos organismos, tornando-o indispensável para a vida no planeta. Este elemento é estucado na atmosfera, nos oceanos, solos, rochas sedimentares e está presente nos combustíveis fósseis. Contudo, o carbono não fica fixo em nenhum desses estuques. Existe uma série de interacções por meio das quais ocorre a transferência de carbono de um estuque para outro. Muitos organismos nos ecossistemas terrestres e nos oceanos, como as plantas, absorvem o carbono encontrado na atmosfera na forma de dióxido de carbono (CO2). Esta absorção dá-se através do processo de fotossíntese. Por outro lado, os vários organismos, tanto plantas como animais, liberam dióxido de carbono para a atmosfera mediante o processo de respiração. Existe ainda o intercâmbio de dióxido de carbono entre os oceanos e a atmosfera por meio da difusão.
A libertação de dióxido de carbono via queima de combustíveis fósseis e mudanças no uso da terra (desnatamentos e queimadas, principalmente) impostas pelo homem constituem importantes alterações nos estuques naturais de carbono e tem um papel fundamental na mudança do clima do planeta.
O CO2 é um dos gases do efeito estufa que menos contribui para o aquecimento global, já que representa apenas 0,03% da atmosfera.
O excesso de dióxido de carbono que actualmente é lançado para a atmosfera resulta da queima de combustíveis fósseis principalmente pelo sector industrial e de transporte. Além disso, reservatórios naturais de carbono e os sumidouros (ecossistemas com a capacidade de absorver CO2) também estão sendo afectados por acções antrópicas. Devido o solo possuir um estuque 2 a 3 vezes maior que a atmosfera, mudanças no uso do solo podem ser importante fonte de carbono para a atmosfera
Nas últimas décadas, devido à enorme queima de combustíveis fósseis, a quantidade de gás carbónica na atmosfera tem aumentado muito, mas isto não prova que o gás carbónico contribui com relevância para o aquecimento do planeta.
A concentração de CO2 na atmosfera começou a aumentar no final do século XVIII, quando ocorreu a revolução industrial, a qual demandou a utilização de grandes quantidades de carvão mineral e petróleo como fontes de energia. Desde então, a concentração de CO2 passou de 280 ppm (partes por milhão) no ano de 1750, para os 368 ppm actuais, representando um incremento de aproximadamente 30%.
Este acréscimo na concentração de CO2 implica no aumento da capacidade da atmosfera em reter calor e, mas não consequentemente, da temperatura do planeta, pois houve decréscimos de temperatura também neste período. As emissões de CO2 continuam a crescer e, provavelmente, a concentração deste gás poder alcançar 550 ppm por volta do ano 2100.

quarta-feira, 18 de março de 2009

My 12 water - saving tips C.L.C

1. When washing dishes by hand, don’t let the water run whilw rising. Fil one sink with wash water and the other with rinse water.
2. Run washing machine and dishwasher only when they are full and you coul save 1000 galoons a month.
3. Wash your produce in the sink or a pan that is partially filled with water instead of running water from the tap.
4. If your shower can fil a one-gallon bucket in less than 20 seconds, then replace it with a water- efficient showerhead.
5. Cooect the wateryou use for rinsing produce and reuse it to water houseplants.
6. we’re more likely to notice laky faucets indoors, but don’t’t forget to check outdoor faucets, pipes, and hoses for leaks.
7. When you clean your fish tank, use the water you’ve drained on your plants. The water is rich in nitrogen and phosphorus, providing you with a free and effective fertilizer.
8. When doing laundry, match the water level to the size of the load.
9. Before you lather up,install a low-flow showerhead. They’re inexpensive, easy to install, and can save your family more than 500 gallons a week.
10. Soak your pots and pans instead of letting the water run while you scrape them clean.
11. Use a commercial car wash that recycles water.
12. Turn off the water while you brush your teeth and save 4 gallons a minute. That’s 200 gallons a week for a family of four.

quarta-feira, 11 de março de 2009

Ciclo da água


A água da Terra - que constitui a hidrosfera - distribui-se por três reservatórios principais: os oceanos, os continentes e a atmosfera, entre os quais existe uma circulação contínua – ciclo da água ou ciclo hidrológico. Este ciclo é responsável pela renovação da água no planeta.
O movimento da água no ciclo hidrológico é mantido pela energia solar e pela gravidade.
Na atmosfera, o vapor de água que forma as nuvens pode transformar-se em chuva, neve ou granizo dependendo das condições climatológicas. Essa transformação provoca o fenómeno atmosférico ao qual se chama precipitação.
A ciência que estuda o ciclo hidrológico é a Hidrologia e seus principais especialistas são os engenheiros hidrólogos, um ramo da engenharia hidráulica ou engenharia hídrica.
O ciclo
A água é a única substância que existe, em circunstâncias normais, em todos os três estados da matéria (sólido, líquido e gasoso) na Natureza. A coexistência destes três estados implica que existam transferências contínuas de água de um estado para outro; esta sequência fechada de fenómenos pelos quais a água passa do globo terrestre para a atmosfera é designado por ciclo hidrológico.
A água da evapotranspiração (nome cientifico dado ao vapor de água obtido da transpiração e da evaporação) atinge um certo nível da atmosfera em que ele se condensa, formando as nuvens. Nas nuvens, o vapor de água condensa-se formando gotículas, que permanecem em suspensão na atmosfera. Estas gotículas, sob certas condições, agregam-se formando gotas maiores que precipitam-se, ou seja, chove. A chuva pode seguir dois caminhos, ela pode infiltrar-se e formar um aquífero ou um lençol freático ou pode simplesmente escoar superficialmente até chegar a um rio, lago ou oceano, onde o ciclo continua.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ciclo_hidrol%C3%B3gico

Video sobre o ciclo da água

http://www.youtube.com/watch?v=g26Wk4gpkws

terça-feira, 10 de março de 2009

Conservação térmica da energia solar





Nos últimos tempos tem-se acentuado a discussão acerca das
Energias Renováveis. Raro é o dia, em que os nossos serviços
noticiosos não falam sobre o assunto. De facto, é urgente que se use
cada vez mais fontes energéticas de origem renovável, seja pelo
elevado e incerto preço do petróleo, fonte de energia da qual o
planeta é fortemente dependente, seja pela necessidade de proteger
o meio ambiente.
Contudo, e apesar de existir um leque muito vasto de tecnologias
de aproveitamento e conversão de energia renováveis, a verdade é
que a sua utilização no nosso dia-a-dia ainda é muito reduzida.
Factores como o preço e desempenho limitam muito a utilização
directa pelo consumidor final de energias renováveis.
Porém, existe uma tecnologia que está ao alcance das famílias
Portuguesas, falo da utilização de colectores solares térmicos paracaptação e conversão em energia térmica.


Para aproveitamento da energia solar, não basta colocar o colector
ao sol! Alguns princípios básicos, mas muito importantes devem ser
respeitados se queremos maximizar o aproveitamento de energia,
nomeadamente a inclinação e orientação do colector. Na verdade,
em condições ideais um colector deveria estar sempre “virado” para o
sol e com uma inclinação tal que permitisse a incidência
perpendicular dos raios solares na superfície absorvedora do
colector.
Apesar de existirem equipamentos capazes de seguir a trajectória
do sol, colocando o painel solar no azimute e altura solar correctos,
no caso dos painéis solares térmicos, não é fácil nem viável o seu
recurso.
A inclinação do colector em relação em ao plano horizontal
deve ser escolhida de modo a maximizar o aproveitamento enérgico
anual, caso seja esse o tipo de utilização do sistema solar. Nesse
caso, a inclinação do colector,deve ser a latitude do local menos 5º.

quarta-feira, 4 de março de 2009

Aterro Sanitário

DEFINIÇÃO:
Técnica de disposição de resíduos sólidos no solo, sem causar danos ou riscos à saúde pública e à segurança, minimizando os impactos ambientais.
Método que utiliza princípios de engenharia para confinar resíduos sólidos à menor área possível e reduzi-los ao menor volume possível, cobrindo-os com uma camada de terra na conclusão da jornada de trabalho ou a intervalos menores, se necessário.

CONFIGURAÇÃO:

Os aterros sanitários apresentam em geral a seguinte configuração: sector de preparação, sector de execução e sector concluído. Alguns aterros desenvolvem esses sectores concomitantes em várias áreas, outros de menor porte desenvolvem cada sector de cada vez.
Na preparação da área são realizados, basicamente, a impermeabilização e o nivelamento do terreno, as obras de drenagem para captação do chorume (ou percolado) para conduzi-lo ao tratamento, além das vias de circulação. As áreas limítrofes do aterro devem apresentar uma cerca viva para evitar ou diminuir a proliferação de odores e a poluição visual.
Na execução os resíduos são separados de acordo com suas características e depositados separadamente. Antes de ser depositado todo o resíduo é pesado, com a finalidade de acompanhamento da quantidade de suporte do aterro. Os resíduos que produzem material percolado são geralmente revestidos por uma camada selante
Atingida a capacidade de disposição de resíduos em um sector do aterro, esse é revegetado, com os resíduos sendo então depositados em outro sector. Ao longo dos trabalhos de disposição e mesmo após a conclusão de um sector do aterro, os gases produzidos pela decomposição do lixo devem ser queimados e os percolados devem ser captados. Em complemento, também devem ser realizadas obras de drenagem das águas pluviais.
Os sectores concluídos devem ser objecto de contínuo e permanente monitoramento para avaliar as obras de captação dos percolados e as obras de drenagem das águas superficiais, avaliar o sistema de queima dos gases e a eficiência dos trabalhos de revegetação. Nesse sentido, as seguintes técnicas de monitoramento são geralmente utilizadas: piezometria, poços de monitoramento, inclinômetro, marcos superficiais e controle da vazão.