quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Pluralismo político e participação dos cidadãos numa democracia CP DR3

Pluralismo político.

Pluralismo é, num sentido amplo, o reconhecimento da diversidade. O conceito é usado, frequentemente de modos diversos, numa ampla gama de questões. Em política, é o reconhecimento de que vários partidos possuem igual direito ao exercício do poder político segundo procedimentos eleitorais claramente definidos. Desta forma, o pluralismo político é uma das mais importantes características da democracia moderna.
Em política, pluralismo também pode significar "voto de qualidade", ou seja, indicar um sistema eleitoral onde um eleitor equivale a vários votos, dependendo dos títulos que possua (dono de terras, diploma universitário etc.). O "voto de qualidade" originou-se na Inglaterra, onde, em certos ambientes, vigorou até fins da década de 1940: regressos da Oxford University e da Universidade de Cambridge elegiam representantes para o Parlamento.




O CIDADÃO E A DEMOCRACIA

Como aproximar o cidadão do governo da cidade?

Quando verificamos que, dia a dia, o cidadão se alheia da política (da vida) da sua comunidade, para não falar da política do seu país, mais longe ficam as hipóteses de participação do cidadão naquilo que, na prática do dia a dia, o afecta, que condiciona toda a sua vida e, obviamente, o seu futuro.A classe política, dividida entre vários partidos, dos quais só dois têm realmente acesso ao poder, afasta-se, fecha-se num “condomínio político”, inacessível a estranhos, vigiado 24 horas por dia. Isolam-se e protegem o “poder”, partilhado entre os partidos (uns mais do que outros), que se renovam com extrema cautela.O contacto com o cidadão faz-se, cada vez mais, através de meios de comunicação sofisticados, com assessoria de agências especializadas.O cidadão ouve, vê, aquilo que lhe é fornecido e nada faz, ou não pode fazer.E, periodicamente, vota. E vota mais para castigar os gestores das coisas públicas do que para escolher novos gestores com novas soluções.
É assim uma espécie de “cada vez mais do mesmo”. Só mudam os intérpretes, a música é a mesma.Apesar de tudo, o país tem conhecido algum desenvolvimento económico e social, muita coisa mudou para melhor. E outra coisa não seria de esperar, mas o nosso ritmo de progresso não é satisfatório.
E numa luta para estarmos entre os melhores parece ser uma luta perdida. O cidadão já sabe ler, compreende mais do que se julga e não se contenta com migalhas, quando podia e devia ter o “pão” inteiro.
O poder da comunicação é um pau de dois bicos. Serve para “informar/anestesiar o cidadão, mas vai também permitindo a este ver o que se passa noutros países, nomeadamente da EU, o que implica comparações. Comparações que não nos alegram, bem pelo contrário.
Como sair deste “beco”? Como transformar a nossa democracia, como levar o cidadão a participar, a envolver-se na vida da “cidade”?
Como juntar os “eles” com os “nós”?
A matéria é complexa e a minha habilidade muito fraca, mas também tenho algumas ideias. Ou melhor alguns sonhos.
Mas o que vejo, como a maioria dos cidadãos já percebeu, é o seguinte:
A centralização do poder decisório, a concentração político/partidária no aparelho de estado, crescem governo a governo.
O excesso de regulamentações, a imensa e incontrolável legislação existente, afoga-nos. Mas nada melhor para afastar as “moscas” (os cidadãos demasiado curiosos).
A complexidade, diria mesmo o hermetismo propositado das leis que nos regem, que assusta e repele o cidadão, só é acessível aos que estão por dentro (do poder) e, mesmo estes, têm que contratar montes de assessores para os ajudarem.
Gradualmente separam-se os portugueses em duas classes. A classe política (que governa) e a classe obreira (que faz a obra possível e vota).
Quando se lê que num estudo, entre muitos outros já feitos, a classe política é a menos digna de confiança do cidadão, algo vai muito, mas mesmo muito mal.
Como é que se explica esta separação, este sentimento de desconfiança?
Como é que se deverá entender este sentimento de animosidade, quase aversão, da parte do cidadão? Do cidadão que deveria estar grato pelos esforços, sacrifícios, sofridos pelos políticos/governantes dum país tão complicado, tão cheio de problemas (sempre deixados pelos governantes anteriores)? E, mais espantoso ainda, é que os nossos políticos e governantes parecem também atribuir as culpas ao cidadão, que não participa, que não os compreendem.
Entra-se assim numa espécie de buraco negro da política, que suga toda a energia (negativa) que impede a boa governação da “cidade”. Para suster esta tendência de antropocentrismo dos nossos governantes haverá que seguir um caminho (entre outros), complicado, difícil, mas incontornável.Descentralizar o poder, ceder parte do poder decisório, transferir responsabilidades. Simplificar a legislação, a regulamentação, reduzindo-a a normas directoras, de orientação, de base. Reduzindo, gradualmente, o Estado central, transferindo o poder executivo para mais próximo do cidadão.
O cidadão pode participar, seguramente participará, se acreditar que a sua contribuição pode ter algum valor para a comunidade.Transferir poderes para as autarquias (que também teriam que ser redesenhadas) em todas as áreas de interesse comum e local, educação, saúde, segurança, agricultura, indústria, serviços, etc.Vejo o Estado Central como um regulador, um fiscalizador, um investigador, um promotor das grandes linhas orientadoras para o desenvolvimento sustentado do país.
Não precisamos de muitos Ministérios, com muitos ministros, secretários, assessores, directores e funcionários, não precisamos de uma grande Assembleia da República, não precisamos de uma porção de organismos centralizadores e paralisantes, não precisamos de uma porção de canais de apreciação, controlo, para chegar tarde e muitas vezes mal a uma decisão que poderia ser da competência de uma entidade local.
Claro que não vejo, nem sei, como redesenhar a divisão do País em Regiões, autarquias, etc.
Mas também vejo que em dois casos reais, Madeira e Açores, em que a autonomia terá conseguido um ritmo e qualidade de desenvolvimento que não teria sido possível se aquelas regiões estivessem apenas divididas em Concelhos e Freguesias como no Continente.
E, acredito também, que o desenvolvimento das duas Regiões insulares poderia ter sido ainda melhor. E se não o é. isso dever-se-á aos governantes locais ou aos governantes centrais?
Talvez a ambos. Descentralizar, simplificar e racionalizar. É o caminho que consigo entender e desejar.Caminho difícil e de longo, mas aquele que em que estamos não nos leva longe, ou tão longe quanto possível.E acabo com mais uma nota, a descentralização (autonomia) também deve prever uma análise profunda da nossa organização partidária.
O país dividido em Regiões com larga autonomia, com uma nova organização regional e local não pode existir sem uma mudança radical dos nossos partidos, pois só estes é que podem mudar o tipo de Estado que temos

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Importancia do tempo nos Meios de comunicação CLC

O mundo assiste hoje à integraçao e à implementação de novos meios que permitem uma maior rapidez e eficácia na troca de imformação. O homem não tem tempo para esperar.
Chat

Um “chat” é um espaço que permite “uma discussão textual” (por escrito) em tempo real entre vários usuários da internet. Reserva-se geralmente o termo “chat” para os sistemas de comunicação disponíveis num síte web, por oposição ao termo serviço de “mensagens instantâneas”, representando os sistemas de conversação dedicados que funcionam via Internet, independentemente da web.
Contrariamente a um fórum de discussão, as conversas num chat têm lugar em tempo real e não são capitalizadas, o que significa que beneficiam apenas das pessoas presentes (certos chats permitem contudo registar as conversas). O objectivo prosseguido de um chat não é o mesmo que o de um fórum de discussão: um chat favorece a comunicação em tempo real entre um pequeno grupo de indivíduos e aproxima-se mais de uma comunicação privada, enquanto um fórum de discussão permite a um grande número de indivíduos trocar e consultar a conversa sem necessariamente estar presente no mesmo momento.




Videoconferência





Videoconferência é uma discussão que permite o contacto visual e sonoro entre pessoas que estão em lugares diferentes, dando a sensação de que os interlocutores encontram-se no mesmo local. Permite não só a comunicação entre um grupo, mas também a comunicação pessoa - a - pessoa.
Essa comunicação é feita em tempo real e existem vários sistemas interpessoais de videoconferência que possibilitam isso. Além da transmissão simultânea de áudio e vídeo, esses sistemas oferecem ainda recursos de cooperação entre os usuários, compartilhando informações e materiais de trabalho. Em geral os equipamentos de videoconferência disponíveis no mercado possuem capacidade de estabelecer uma comunicação ponto a ponto, e para que vários pontos se conectem simultaneamente é preciso utilizar um equipamento denominado MCU . O funcionamento da MCU assim como de outros componentes necessários a videoconferência são especificados pelo padrão H.323 e SIP. Também é possível estabelecer uma conexão entre vários pontos utilizando a tecnologia de conexão Multicast. O Multicast é pouco utilizado por ser uma tecnologia de rede que não esta presente na Internet apenas em redes privadas e fechadas.
Um ambiente comum de videoconferência é composto de uma sala dotada de uma câmara especial e alguma facilidade tecnológica para a apresentação de documentos. Actualmente, com o avanço dos processadores (cada vez mais rápidos) e a compressão de dados, surgiu um novo tipo de videoconferência, a conferência desktop. Nela não é necessárias salas especiais e muito menos equipamentos ultra modernos: a interacção é feita por uma webcam e um microfone simples. A compressão/descompressão e todo o resto são efectuados por software que deve estar instalado em uma máquina padrão






Emails

E-Mail ou Correio Electrónico é um serviço disponível na Internet que tem a função de controlar o envio e o recebimento de mensagens. Para usar esse correio é necessário ter um endereço de e-mail, algo como: seunome@seuprovedor.com.pt. Todas as mensagens enviadas para si ficam armazenadas em uma conta no servidor de e-mail do seu provedor até que aceda a Internet e as vejas, recebendo-as no seu computador, salvando-as ou apagando-as.
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Estes meios de comunicação não eram possível a uns anos atrás, as correspondências eram todas feitas por cartas, o que era mais complicado na minha opinião, estes meios vieram ajudar de uma certa forma o mundo, através da videoconferência dos chats do correio electrónico do telemóvel passamos a comunicar em tempo real, como por exemplo: podemos estar na internet a falar com um familiar e ao mesmo tempo estar a velo ou saber de uma notícia do outro lado do mundo em poucos segundos. Enquanto isto não se passava alguns anos atrás.



Natália Correia CP

Natália de Oliveira Correia nasceu na Fajã de Baixo, ilha de São Miguel, Açores, em 13/09/1923 e morreu em Lisboa em 16/03/1993.
Fez os estudos secundários em Lisboa. Sem estudos universitários foi, em 1979, deputada à Assembleia da República. Colaborou em diversos jornais e revistas. Não se prendendo fortemente a nenhuma corrente literária, esteve inicialmente ligada ao surrealismo e, segundo a própria, a sua mais importante filiação estabeleceu-se em relação ao romantismo. A obra de Natália Correia estende-se por géneros variados, desde a poesia ao romance, teatro e ensaio.
Figura proeminente da cultura portuguesa da segunda metade do século XX, notabilizou-se como poetisa e como política, tendo sido eleita deputada pelo Partido Socialista.
Foi fundadora da Frente Nacional para a Defesa da Cultura, interveio politicamente ao nível da cultura e do património, na defesa dos direitos humanos e dos direitos da mulher. Apelou sempre à literatura como forma de intervenção na sociedade, tendo tido um papel activo na oposição ao Estado Novo.
Foi uma figura importante das tertúlias que reuniam nomes centrais da cultura e da literatura portuguesas dos anos 50 e 60. Ficou conhecida pela sua personalidade vigorosa e polémica, que se reflecte na sua escrita.
Glorifiquei-te no eterno.
Eterno dentro de mim
fora de mim perecível.
Para que desses um sentido
a uma sede indefinível.
Para que desses um nom
à exactidão do instante
do fruto que cai na terra
sempre perpendicular
à humidade onde fica.
E o que acontece durante
na rapidez da descida
é a explicação da vida.
O Livro dos Amantes

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Duração da jornada de trabalho diário STC Sociadade Tipo: I

Todos os anos, no dia 1 de Maio, comemora-se, em todo o mundo, o Dia do Trabalhador.
As origens do Dia do Trabalhador não são muito recentes. A história deste dia começa no séc. XIX.
Nessa época, abusava-se muito dos trabalhadores, porque chegavam a trabalhar entre 12 e 18 horas por dia, o que era muito cansativo e até prejudicial à saúde!
Já há algum tempo que os reformadores sociais (aqueles que propunham reformas, ou seja, mudanças na sociedade) defendiam que o ideal era dividir o dia em três períodos: 8 horas para trabalhar, 8 horas para dormir e 8 horas para o resto, o que incluía a diversão.
Foi com o objectivo de lutar pelas 8 horas de trabalho diárias que, no dia 1 de Maio de 1886, milhares de trabalhadores de Chicago (EUA) se juntaram nas ruas para protestar contra as suas más condições de trabalho.
A manifestação devia ter sido pacífica, mas as forças policiais tentaram pará-la, o que resultou em feridos e mortos.
Este acontecimento ficou conhecido como "os Mártires de Chicago", por causa das pessoas que foram feridas e mortas só por estarem a lutar pelos seus direitos.
Quatro dias depois, houve uma nova manifestação pela redução do horário de trabalho e melhores condições.
Mais uma vez, a polícia virou-se contra os manifestantes e acabou por prender 8 pessoas, 5 das quais foram condenadas à forca!
Como o povo estava cada vez mais revoltado, estas condenações só serviram para "deitar mais achas na fogueira" e despertar a atenção de todo o mundo.
Em 1888, dois anos depois destes acontecimentos, os presos foram libertados por um júri que reconheceu que os trabalhadores estavam inocentes.
Em 1889, o Congresso Internacional em Paris decidiu que o dia 1 de Maio passaria a ser o Dia do Trabalhador, em homenagem aos "mártires de Chicago".
Só em 1890, os trabalhadores americanos conseguiram alcançar a sua meta das 8 horas de trabalho diárias!
Em Portugal, devido ao facto de ter havido uma ditadura durante muito tempo, só a partir de Maio de 1974 (o ano da revolução do 25 de Abril) é que se passou a comemorar publicamente o Primeiro de Maio.

Sabia que só a partir de Maio de 1996 é que os trabalhadores portugueses passaram a trabalhar 8 horas por dia?

Evolução técnica STC Ciência Tipo:III



Por inovação tecnológica entende-se a criação de algo de novo, um produto, um processo ou uma técnica de produção que se procura aplicar no processo produtivo para alcançar uma maior produtividade.As inovações tecnológicas, originam enormes benefícios para as sociedades: maior produtividade, maior variedade de produtos, melhoria dos níveis de bem estar e aumentar geral de prosperidade.A inovação tecnológica, ao possibilitar acréscimos de produção, menores custos de produção e maior produtividade, constitui um dos factores mais importantes de competitividade. O conjunto das inovações tecnológicas conseguidas nas economias nas economias constitui o chamado «progresso técnico», motor do crescimento e desenvolvimento económicos.



1.Primeira vaga

  • -Máquina a vapor
  • -Tear mecânico
  • 2.Segunda vaga
  • -Metalurgia do ferro e do ferro fundido
  • -Caminhos de ferro

3.Terceira vaga

  • -Aço
  • -Mecânica
  • -Motor de combustão interna
  • -Electricidade
  • Química mineral
4.Quarta vaga
  • -Electrodomésticos
  • -Aeronáutica
  • -Petróleo
5.quinta vaga
  • -Telecomunicações´
  • -Materiais ligeiros
  • -Biotecnologias


A inovação é fundamental para a criação de uma sociedade humana sustentável. Enquanto sociedade, não seremos capazes de ser bem sucedidos na criação de um mundo sustentável, se nos preocuparmos unicamente em ser mais eficientes naquilo que já fazemos.No entanto, as tecnologias inovadoras são descobertas, desenvolvidas e comercializadas num ambiente que consiste em mercados, cadeias de fornecimento e redes de distribuição, a par de uma série de tendências perturbadoras social e ambientalmente: ecossistemas e sistemas de apoio social ameaçados, um afastamento cada vez maior entre ricos e pobres, falta de acesso às verdadeiras fontes de conhecimento, mesmo estando inseridos num mundo pleno de informação e de grandes preocupações com os efeitos da globalização.
Fonte:trabalho realizado por mim para a área de cp sobre processos de inovação.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Medição do tempo STC Tecnologia Tipo: II


Pêndulo

Em 1875, os relógios antigos, também conhecidos como pêndulos ou relógios do chão.
O pêndulo de um relógio é preso a uma haste, e à medida que o pêndulo balança a haste move uma engrenagem. A acção entre a haste e a engrenagem produz o tique-taque do relógio. Porem, um pêndulo perde energia lentamente por fricção. E perderia muita mais se tivéssemos que usar as mãos para fazê-lo funcionar.
A engrenagem da haste baixa um peso que faz energia para mover as outras engrenagens e mover os braços dos relógios.O segundo peso serve para dar corda no relógio de forma que possa funcionar durante vários dias antes que seja preciso rebobina-lo. Finalmente, a haste acciona o pêndulo lentamente para superar a fricção e mantém o relógio se movendo a uma velocidade constante.


Relógio de água


Os relógios de água estão entre ao mais antigos métodos de medição do tempo que não dependiam de observação dos corpos celestiais. Um dos mais velhos foi descobertos na Tumba de Amenhotep I, enterrado em redor do 1500a.c. depois denominado de clepsidras ( o ladrão de aguas) pelas gregos que começaram a usa-los aproximadamente em 325 a.C., pedras que se inclinavam lateralmente que permitia à agua gotejar a uma taxa quase constante para um buraco pequeno perto do fundo, outras clepsidras eram cilíndricas ou recipientes tigelas-almolfadadas e projectadas para encher lentamente com a água que entrava a uma taxa constante. Marcas no lado de dentro das superfícies mediam a passagem das horas de acordo com o nível da água.
Estes relógios foram usados para determinar horas nocturnas, mas pode ter sido muito bem usados na luz do dia. Outra versão consistiu em tigelas de metal com um buraco no fundo; quando colocado em um recipiente de água a tigela se enchia por um período de tempo.
Este ainda estava em seu na África do Norte este século.

Reforma antecipadas STC Ciência Tipo:III

Quem se quiser reformar antes da idade legal vai ser penalizado em 0,5 por cento por cada mês que antecipar a aposentação. Trata-se de um agravamento face aos valores actuais, mas a forma de calcular a penalização é mais favorável para muitos trabalhadores do que as que o Governo tinha até aqui apresentado aos sindicatos e confederações patronais nas negociações sobre a reforma da Segurança Social que hoje chegam ao fim em sede de concertação social.O agravamento fica assim em 6 por cento ao ano para todos os trabalhadores - um cenário que só estava previsto para quem pedisse a reforma com mais de 60 anos, já que para os trabalhadores com idade inferior estava em cima da mesa uma penalização de 6,5 por cento. O desaparecimento da "barreira etária" e o cálculo por meses poderá se menos penalizador para uma parte dos aposentados.Os 6 por cento agravam a actual penalização de 4,5 por cento por ano de antecipação, ainda que representem um recuo face ao que o Governo começou por propor: 7,5 por cento de penalização para quem pedisse a reforma antes dos 60 anos, 7 para quem o fizesse depois. A penalização das reformas antecipadas é um dos aspectos do acordo de reforma que hoje o Governo e os parceiros sociais - com excepção da CGTP. A forma de cálculo das pensões passa a ter em conta a esperança média de vida, o que faz que seja necessário ao trabalhador continuar no activo mais tempo, ou descontar mais, para ter pensão equivalente à esperada

Downsizing STC ciência tipo III

Downsizing é uma das técnicas da Administração contemporânea, que tem por objectivo a eliminação da burocracia corporativa desnecessária, pois ela é focada no centro da pirâmide hierárquica, isto é, na área de recursos humanos (RH). Trata-se de um projecto de racionalização planejado em todas as suas etapas, que deve estar consistente com a Panejamento estratégico do negócio e cuja meta global é construir uma organização o mais eficiente e capaz possível, privilegiando práticas que mantenham a organização mais enxuta possível. A curto prazo envolve demissões, achatamento da estrutura organizacional, reestruturação, redução de custos, e racionalização. A longo prazo revitaliza a empresa com a expansão do seu mercado, desenvolve melhores produtos e serviços, melhora a moral dos funcionários, moderniza a empresa e principalmente, a mantêm enxuta, de forma que a burocracia não venha a se instalar novamente, uma vez amenizadas as pressões. O downsizing requer um projecto de racionalização planejado e de acordo com a visão estratégica dos negócios, as metas globais da organização e a partir da definição clara de seus objectivos. O termo downsizing também é usado para definir uma situação onde sistemas originalmente hospedados em um computador de grande porte (mainframe) são adaptados para computadores de menor porte (mini/microcomputadores) e esse processo se dá em função da redução do porte da empresa ou do aumento da capacidade computacional dos computadores de menor custo.

Diferenças salariais entre trabalhadores independentes e trabalhadores por contra de outrem STC Tecnologia Tipo II

Trabalhador independente
Um trabalhador independente é um trabalhador freelancer, que trabalha por conta própria, à tarefa, sem cumprir ordens de um chefe, obrigatoriedade de horários, usando o seu próprio material e entregando ao seu cliente o trabalho contratado, no prazo estipulado e recebendo por isso o que foi acordado.
Por não ter obrigatoriedade de horários, nem que cumprir ordens directas de um chefe, não significa que não vire noites a trabalhar, nem que não tenha que seguir metodologias de trabalho, pois normalmente os prazos para as entregas do trabalho são apertados e um trabalhador freelancer “mata-se” a trabalhar para manter satisfeito o seu cliente.
No entanto, quantos trabalhadores independentes são realmente independentes? Muitos são funcionários duma empresa, que apenas não os assume como tal (os chamados “falsos recibos-verdes”). Apesar de na realidade serem apenas funcionários, cumprindo ordens, horários, usarem as instalações e materiais da empresa, são uma espécie de filhos de um"Deus menor", e enquanto os trabalhadores “oficiais” têm quem lhes processe o salário, quem lhes faça um recibo de salário, e ainda lhes pague a Segurança Social, faça a retenção do IRS, os “falsos recibos-verdes” têm que ser eles mesmos a emitir o recibo-verde, a pagar a sua Segurança Social, o seu IRS e quantas vezes o IVA. Pois é, mesmo sendo na realidade funcionários e não tendo nada de independentes, perante os serviços de Finanças e a Segurança Social, têm que cumprir com todos os seus deveres de trabalhadores independentes.
Muito haveria para abordar neste tema, mas para já, a minha tentativa é apenas facilitar pelo menos o preenchimento do seu Recibo-Verde, com algumas observações que penso que talvez ajudem a gerir o seu rendimento.



Trabalhadores por contra de outrem


O pagamento que a empresa faz à segurança social e o custo que tem com a segurança social são duas coisas totalmente distintas.

O custo que a empresa, por exemplo, tem com um trabalhador é de 23,75%, no entanto, o próprio trabalhador tem um custo de 11% que lhe é deduzido do seu salário.

A empresa retém esses 11% ao trabalhador (à semelhança do que faz com o IRS), e depois paga à segurança social os 34,75% (os 23,75% da empresa + os 11% do trabalhador).

Agora numa linguagem mais leiga:

Como seria muito difícil para a segurança social ter que receber as declarações e o pagamento individualmente de cada trabalhador por conta de outrem (os 11%), responsabilizou as empresas para na altura de pagarem o salário, retirarem logo esses 11% de cada um dos seus trabalhadores, ou seja, o trabalhador recebe imediatamente menos (mas é do seu salário como trabalhador que esse valor sai), e a empresa fica responsável por entregar à Segurança Social esses 11% que deduziu a todos os seus trabalhadores + os seus 23,75%.
Exactamente o mesmo se passa com as finanças e o IRS do trabalhador, a empresa fica com o valor do IRS, e depois, faz a entrega ao Estado. Mas neste caso a empresa não tem custo nenhum com o IRS, tudo o que entrega foi o que reteve dos seus trabalhadores

Organograma STC Sociedade Tipo:I



Organograma é a representação gráfica da estrutura de uma organização. Não apenas de uma empresa. Existem algumas formas de representação de organograma, mas a mais elementar é aquela em que o superior fica no topo e os subordinados vão ramificando abaixo. Se parece, por exemplo, com a árvore genealógica da sua família.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Como criar uma empresa CLC

A maioria das pessoas gostava de não ter chefes nem patrões e principalmente trabalhar às horas que quer, a partir de casa e da forma que achar mais conveniente para cumprir o trabalho, sem ser obrigado a cumprir 8h por dia só porque alguém, há muitos anos atrás, achou que era o número de horas que se devia trabalhar, independentemente de ser muito em algumas ocasiões e ser pouco noutras. Para isso tudo, é necessário saber como criar uma empresa.
No entanto, não pense que é tarefa fácil e que depois de criar uma empresa só vai trabalhar 5h por semana, o mais certo é trabalhar 80…
Trabalhar por conta própria requer muito trabalho, dedicação e força de vontade. Se não tem a certeza se é mesmo isso que quer, o melhor é começar devagar e ir testando se é ou não talhado para trabalhar por conta própria.

Como criar uma empresa: Análise de mercado

Quando se começa uma empresa é preciso ter em atenção vários factores, tais como o tipo de negócio, os concorrentes e a rentabilidade da empresa. Para isso precisa de fazer uma pesquisa de mercado, para descobrir se existe mercado para o produto ou serviços que pretende comercializar.
Nesta fase tem de responder a questões como:
1 - Existe mercado para o meu produto?
2 - Existe muita concorrência neste mercado ou sou dos primeiros a comercializá-lo?
3 - Quem são os meus concorrentes e o que posso fazer melhor do que eles?
4 - Quanto poderei cobrar pelos meus produtos?
5 - Como vou promover os meus produtos?
Quanto mais questões conseguir colocar sobre as dificuldades que vai encontrar, melhor, porque poderá depois responder e ver se pode criar uma empresa que tenha sucesso.


Como criar uma empresa: Plano de negócios

Após terminar a fase de análise do mercado onde pensa colocar-se, deverá desenvolver um plano de negócios, que mais não é do que um documento que assinala todos os passos que deverá dar até criar uma empresa, desta forma ajudando-o a manter-se focado em direcção aos seus objectivos.
Existem planos de negócio muito simples e existem planos de negócio extremamente elaborados. Tudo depende do tipo de negócio que pretende começar e também dos apoios que vai necessitar. Por exemplo, se quiser ter o financiamento de um banco ou de investidores, irá ter de apresentar um plano de negócios bastante detalhado para os convencer de que a sua empresa vai ser rentável. Nestes casos terá de incluir análises de mercado, plano de gestão e planos financeiros.

Como criar uma empresa: Registar a empresa:

Após os planos desenvolvidos, é hora de começar a mexer-se. Comece por criar a empresa legalmente e perceber como funciona a legislação no seu país. Depois é tempo de tratar de detalhes, como criar um número de telefone profissional, abrir uma conta bancária e criar cartões-de-visita, entre muitas outras coisas que se vai lembrando à medida que forem apresentando.
A partir daqui é lançar-se à estrada e começar a trabalhar arduamente para conseguir atingir o sonho de criar uma empresa.
Criar uma empresa não é tarefa fácil. Irá trabalhar mais horas do que trabalha para os outros, irá ter mais preocupações do que trabalhando para os outros, poderá até ganhar menos do que ganha actualmente trabalhando para os outros, mas poder comandar a sua vida, não depender da vontade e humores do chefe e poder realizar os objectivos que traçou, vão certamente fazer com que valha a pena passar por todas as dificuldades para criar uma empresa.

Economia CLC

Fuga das multinacionais tirou €400 milhões às exportações.

O sector em números

1,29 mil milhões de euros é o valor das exportações da indústria portuguesa de calçado em 2008, contra €1,28 mil milhões em 1994. Medido em pares, este crescimento ligeiro reflecte um novo modelo de produção, com o mais valor acrescentado. O sector passou dos 89.400 pares de sapatos para 64.659.
36 mil é o numero de postos de trabalho do sector em 2008, contra 59 mil em 1994. No mesmo período, a indústria portuguesa de calçado passou das 1635 para as 1381 empresas.
A multinacional alemã Rohde chegou a empregar três mil pessoas em Portugal que contribuiu com 150 milhões para as exportações da indústria portuguesa de calçado, mas está agora, em processos de insolvência. A inglesa Clarks fechou três fábricas em três anos, tal como, a alemã Gabor que encerrou a unidade de Trofa e a dinamarquesa Eco preferiu deixar de produzir sapatos, onde já garantiu 1450 postos de trabalho.
Nas contas da associação, as exportações das empresas de capital português cresceram 22% desde 2000, para totalizaram €1,1 mil milhões em 2008. No mesmo período, as exportações das empresas de capital estrangeiro caíram 72,56%, ficando nos €160 milhões. Assim, o peso relativo das multinacionais na produção recuou para 11%, enquanto a quota dos sapatos nacionais subiu para 89%.
Ao mesmo tempo, e apesar do desinvestimento directo estrangeiro, o peso das exportações na produção nacional passou dos 87,2% para os 95,5%.
É um desempenho que as empresas portuguesas de calçado estão a concretizar com um número médio de 30 trabalhadores, triplo das congéneres italianas, mas muito abaixo dos 1100 que as multinacionais empregavam em Portugal.
in Expresso, o5 de DEzembro de 2009